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Muito além das startups: diversificando investimentos com menos riscos

Quando você pensa em investir em Tecnologia, a primeira coisa que vem à mente são startups, não é mesmo? Ok, realmente são alternativas interessantes e que podem trazer retorno no longo prazo. Mas você sabia que existem outras formas de investir em empresas de Tecnologia maiores, mais consolidadas, com menos risco e com um potencial de retorno bacana? Apresentamos o conceito de Private Equity, com um fundo de investimento especialista.
Quer saber mais sobre este modelo que vai além das startups e não perder esta oportunidade?

 

Em primeiro lugar, saiba que Private Equity é um tipo de atividade financeira realizada por instituições que investem essencialmente em empresas emergentes de maior porte com grande potencial. Por regra, são constituídos em acordos contratuais privados entre investidores e gestores, não sendo oferecidos abertamente ao mercado e sim através de colocação privada. São os fundos que investem diretamente em empresas (listadas na bolsa de valores ou não), com o intuito de geri-las, e realizar o desinvestimento ou saída em um período de longo prazo. Com a saída, ocorre o retorno aos investidores.

 

A revista inglesa The Economist, em matéria de capa, mostrou como as empresas de tecnologia que estão transformando o modelo tradicional das organizações, citando casos como Uber e Airbnb, têm sua estrutura societária baseada nos fundadores e em Fundos de Private Equity, que exercem controle rígido e permitem uma visão de longo prazo.

 

Há no Brasil um nicho de investimento em Tecnologia pouco explorado e com grande perspectivas: as empresas médias em crescimento, com o negócio orientado para  B2B e SaaS, faturamento entre R$ 15 milhões e R$ 200 milhões e com elevado potencial de se tornarem relevantes em seus segmentos. Para saber mais preparamos um guia online  com tudo o que você precisa saber para aproveitar esta oportunidade.

 

As empresas deste nicho carecem de mecanismos de investimentos no país para alavancarem seu desenvolvimento. Por isso, o aporte de um Fundo de Investimento em TI (Private Equity), com forte envolvimento estratégico na condução dos negócios por gestores especialistas no setor realizado em parceria com as empresas investidas é uma excelente opção para ajudar empreendedores a crescer, gerar valor para a cadeia de negócio e trazer grandes resultados para quem investe neste modelo.

 

É outra oportunidade que pode ser complementar ao aporte realizado em startups e que também apresenta uma excelente performance, com menor grau de esforço para fazer o negócio se desenvolver e minimizar os riscos associados. Além de contar com gestores com um histórico de sucesso para acompanhar e alavancar os negócios das empresas investidas. Assim você, que neste estágio da vida gostaria de ser mais estratégico e menos operacional, poderá acompanhar seu investimento com a certeza de que seu dinheiro estará em boas mãos.

 

Integrar um Fundo de Investimento Estruturado em TI permite participar do desenvolvimento de empresas mais maduras, que de outra forma não seria possível o acesso. Participando deste modelo de investimento você passa a fazer parte de um grupo seleto, construindo um network de valor e contribuindo diretamente como agente de fortalecimento da indústria de Tecnologia do país.

 

Fica aqui o convite para você conhecer mais este modelo que permite diversificar a sua carteira com uma visão clara de como e onde seu dinheiro será investido, diminuindo riscos e tendo como meta rentabilidade acima da média de mercado.

 

Entre em contato e agende uma reunião exclusiva com o nosso time para que você possa tomar a decisão de investir com total clareza, transparência e segurança. Ligue +55 (11) 3894.4410 ou mande um email para ri@oriacapital.com.br.

 

DISCLOSURE

ESTE MATERIAL É CONFIDENCIAL E DE USO EXCLUSIVO E NÃO DEVE SER REPRODUZIDO OU DIVULGADO A QUAISQUER TERCEIROS E NÃO SE CARACTERIZA COMO UMA OFERTA DE INVESTIMENTO E NEM COMO QUALQUER TIPO DE PROMESSA DE RETORNO. INVESTIMENTOS DESSA NATUREZA ENVOLVEM RISCOS SIGNIFICATIVOS. DESEMPENHO PASSADO NÃO EXPLICA DESEMPENHO FUTURO.

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Retorno dos Investimentos em Tech é destaque no WSJ

O jornal americano The Wall Street Jornal publicou, na edição do dia 22/11/2017, o artigo "Tech Rally Goes Global, Powering Major Stock Indexes to Fresh Records". Ele mostra que as ações das empresas globais de tecnologia superam às dos demais setores desde 1999, o ano bolha dot-com e, têm contribuindo decisivamente para o retorno dos investidores em índices como S&P500 e outros. A matéria ressalta: “somente oito empresas - Facebook Inc., Apple, Amazon.com Inc., Netflix Inc., Alphabet Inc., Baidu Inc., Alibaba Group Holding e Tencent –  aumentaram em US$ 1,4 trilhão seu valor de mercado em 2017, montante equivalente ao valor aproximado ao  PIB anual combinado da Espanha e Portugal". O jornal ainda lembra que os principais índices europeus, onde a presença das empresas de base tecnológica é menos relevante, não desfrutaram do mesmo retorno que as bolsas americanas e asiáticas. Por exemplo, cerca de 85% da baixa performance relativa do MSCI Europe é explicada pela baixa presença e peso do setor de tecnologia, de acordo com o Morgan Stanley. Os analistas ouvidos pelo jornal ainda descartam qualquer relação com a bolha dot-com de 1999. Os valuations da empresas de tecnologia atualmente são muito inferiores quando comparados com as firmas daquela época, cerca de 52x P/E em 2000 para menos 19x P/E atualmente, enquanto que o S&P500 é negociado em 18x P/E. Além disso, as empresas da bolha de 1999 não tinham muito lucro, diferentemente das firmas atuais. Para a Oria, o artigo ressalta que o setor de tecnologia não é, definitivamente, algo satélite ou alternativo, mas sim, parte da estratégia core de qualquer investidor de longo prazo. Infelizmente, a bolsa brasileira ainda é sub-representada neste segmento, porém, existem inúmeras oportunidades no mercado privado. Sobre a Oria: A Oria é uma gestora especializada em investir em empresas de médio porte no setor de tecnologia da informação. Ela foi fundada em 2009 por empreendedores e executivos do segmento. Desde então já investiu mais de 200 milhões de reais em 10 empresas que, desde 2012, crescem 25% a.a. em vendas. Os seus sócios e profissionais já participaram de mais de 40 transações no setor de tecnologia que movimentaram mais de R$ 2 bilhões de reais.  

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