Oria Capital

Valor Econômico: Oria deve investir R$ 250 milhões

Pouco mais de um ano depois de se separar da DLM Invista – na qual operava como braço de private equity – a Oria Capital está montando um novo fundo de investimentos como foco em empresas de tecnologia. Ele funcionará nos mesmos moldes do primeiro, montado em 2012 na DLM: R$ 250 milhões em recursos para comprar participações minoritárias em empresas com receita entre R$ 15 milhões e R$ 150 milhões que já tenham atingido a rentabilidade.

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Fonte: Valor Ecônomico

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(EN) Technology Companies are Outpacing Other Sectors

Desculpe-nos, mas este texto está apenas disponível em Inglês Americano.

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Fundo da Oria tem retorno de 1,8 vez sobre o capital investido

A gestora Oria registrou um retorno de 1,8 vez sobre o capital investido em seu primeiro fundo de tecnologia, que atualmente conta com oito empresas e cerca de R$ 150 milhões aportados. O fundo, captado em 2012, nasceu quando a Oria ainda atuava junto à DLM Invista sob a marca DLM Private Equity . Na época, a gestora captou R$ 175 milhões com investidores, entre eles fundos de pensão, que são responsáveis por 60% do capital do fundo. Cinco anos depois, a gestora contratou a consultoria Apsis para fazer uma avaliação das cotas do fundo, seguindo a exigência da nova instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nº 579, que determina que todos os fundos de investimento em participações (FIPs) façam, anualmente, um laudo por meio de uma empresa terceirizada para averiguar a precificação e valuation das empresas do portfólio. “Fizemos um processo seletivo e selecionamos a Apsis, que já atua com vários fundos internacionais”, explica o diretor da Oria, Leandro Andrade. “Eles fizeram esse laudo dos oito ativos do nosso portfólio e vimos que a cota que a Taxa Interna de Retorno (TIR) bruta dos ativos foi de 26% ao ano no período de três anos. O retorno sobre o capital investido é de 1,8 vez . Esse é um valor não realizado, mas já mostra a evolução das empresas”, salienta. Andrade destaca que o portfólio da gestora possui empresas de tecnologia de segmentos diversificados, entre eles logística, farmácia, financeiro, saúde, entre outros. “São setores que se compensam”, diz. Segundo ele, o resultado final da valorização e precificação das empresas dependerá do desinvestimento. “A expectativa é que vamos atingir essas metas que a Apsis apontou no laudo. Mas dependerá da saída do investimento, da liquidez e de compradores, além da própria situação macro do país”, explica. A gestora já está captando para seu segundo fundo, lançado em outubro do ano passado, que manterá a mesma estratégia do primeiro. A expectativa é levantar R$ 250 milhões. Para fazer a avaliação desse fundo, a Oria contratará outra empresa. “Como é uma avaliação anual, vamos retomar o processo seletivo e ver alternativas pro segundo fundo”, complementa. Fonte: Investidor Institucional

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