Oria Capital

Fundo da Oria tem retorno de 1,8 vez sobre o capital investido

A gestora Oria registrou um retorno de 1,8 vez sobre o capital investido em seu primeiro fundo de tecnologia, que atualmente conta com oito empresas e cerca de R$ 150 milhões aportados. O fundo, captado em 2012, nasceu quando a Oria ainda atuava junto à DLM Invista sob a marca DLM Private Equity . Na época, a gestora captou R$ 175 milhões com investidores, entre eles fundos de pensão, que são responsáveis por 60% do capital do fundo.

Cinco anos depois, a gestora contratou a consultoria Apsis para fazer uma avaliação das cotas do fundo, seguindo a exigência da nova instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nº 579, que determina que todos os fundos de investimento em participações (FIPs) façam, anualmente, um laudo por meio de uma empresa terceirizada para averiguar a precificação e valuation das empresas do portfólio. “Fizemos um processo seletivo e selecionamos a Apsis, que já atua com vários fundos internacionais”, explica o diretor da Oria, Leandro Andrade.

“Eles fizeram esse laudo dos oito ativos do nosso portfólio e vimos que a cota que a Taxa Interna de Retorno (TIR) bruta dos ativos foi de 26% ao ano no período de três anos. O retorno sobre o capital investido é de 1,8 vez . Esse é um valor não realizado, mas já mostra a evolução das empresas”, salienta.

Andrade destaca que o portfólio da gestora possui empresas de tecnologia de segmentos diversificados, entre eles logística, farmácia, financeiro, saúde, entre outros. “São setores que se compensam”, diz. Segundo ele, o resultado final da valorização e precificação das empresas dependerá do desinvestimento. “A expectativa é que vamos atingir essas metas que a Apsis apontou no laudo. Mas dependerá da saída do investimento, da liquidez e de compradores, além da própria situação macro do país”, explica.

A gestora já está captando para seu segundo fundo, lançado em outubro do ano passado, que manterá a mesma estratégia do primeiro. A expectativa é levantar R$ 250 milhões. Para fazer a avaliação desse fundo, a Oria contratará outra empresa. “Como é uma avaliação anual, vamos retomar o processo seletivo e ver alternativas pro segundo fundo”, complementa.

Fonte: Investidor Institucional

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Muito além das startups: diversificando investimentos com menos riscos

Quando você pensa em investir em Tecnologia, a primeira coisa que vem à mente são startups, não é mesmo? Ok, realmente são alternativas interessantes e que podem trazer retorno no longo prazo. Mas você sabia que existem outras formas de investir em empresas de Tecnologia maiores, mais consolidadas, com menos risco e com um potencial de retorno bacana? Apresentamos o conceito de Private Equity, com um fundo de investimento especialista. Quer saber mais sobre este modelo que vai além das startups e não perder esta oportunidade?  

Em primeiro lugar, saiba que Private Equity é um tipo de atividade financeira realizada por instituições que investem essencialmente em empresas emergentes de maior porte com grande potencial. Por regra, são constituídos em acordos contratuais privados entre investidores e gestores, não sendo oferecidos abertamente ao mercado e sim através de colocação privada. São os fundos que investem diretamente em empresas (listadas na bolsa de valores ou não), com o intuito de geri-las, e realizar o desinvestimento ou saída em um período de longo prazo. Com a saída, ocorre o retorno aos investidores.
  A revista inglesa The Economist, em matéria de capa, mostrou como as empresas de tecnologia que estão transformando o modelo tradicional das organizações, citando casos como Uber e Airbnb, têm sua estrutura societária baseada nos fundadores e em Fundos de Private Equity, que exercem controle rígido e permitem uma visão de longo prazo.   Há no Brasil um nicho de investimento em Tecnologia pouco explorado e com grande perspectivas: as empresas médias em crescimento, com o negócio orientado para  B2B e SaaS, faturamento entre R$ 15 milhões e R$ 200 milhões e com elevado potencial de se tornarem relevantes em seus segmentos. Para saber mais preparamos um guia online  com tudo o que você precisa saber para aproveitar esta oportunidade.   As empresas deste nicho carecem de mecanismos de investimentos no país para alavancarem seu desenvolvimento. Por isso, o aporte de um Fundo de Investimento em TI (Private Equity), com forte envolvimento estratégico na condução dos negócios por gestores especialistas no setor realizado em parceria com as empresas investidas é uma excelente opção para ajudar empreendedores a crescer, gerar valor para a cadeia de negócio e trazer grandes resultados para quem investe neste modelo.   É outra oportunidade que pode ser complementar ao aporte realizado em startups e que também apresenta uma excelente performance, com menor grau de esforço para fazer o negócio se desenvolver e minimizar os riscos associados. Além de contar com gestores com um histórico de sucesso para acompanhar e alavancar os negócios das empresas investidas. Assim você, que neste estágio da vida gostaria de ser mais estratégico e menos operacional, poderá acompanhar seu investimento com a certeza de que seu dinheiro estará em boas mãos.   Integrar um Fundo de Investimento Estruturado em TI permite participar do desenvolvimento de empresas mais maduras, que de outra forma não seria possível o acesso. Participando deste modelo de investimento você passa a fazer parte de um grupo seleto, construindo um network de valor e contribuindo diretamente como agente de fortalecimento da indústria de Tecnologia do país.   Fica aqui o convite para você conhecer mais este modelo que permite diversificar a sua carteira com uma visão clara de como e onde seu dinheiro será investido, diminuindo riscos e tendo como meta rentabilidade acima da média de mercado.   Entre em contato e agende uma reunião exclusiva com o nosso time para que você possa tomar a decisão de investir com total clareza, transparência e segurança. Ligue +55 (11) 3894.4410 ou mande um email para ri@oriacapital.com.br.   DISCLOSURE ESTE MATERIAL É CONFIDENCIAL E DE USO EXCLUSIVO E NÃO DEVE SER REPRODUZIDO OU DIVULGADO A QUAISQUER TERCEIROS E NÃO SE CARACTERIZA COMO UMA OFERTA DE INVESTIMENTO E NEM COMO QUALQUER TIPO DE PROMESSA DE RETORNO. INVESTIMENTOS DESSA NATUREZA ENVOLVEM RISCOS SIGNIFICATIVOS. DESEMPENHO PASSADO NÃO EXPLICA DESEMPENHO FUTURO.

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